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25 de outubro de 2010

Mulheres Executivas


Mulheres que ocupam cargos executivos são vistas como melhores líderes do que os homens, segundo uma pesquisa realizada na Universidade de Duke, nos Estados Unidos. De acordo com os especialistas, elas quebram a barreira do estereótipo de que são muito “sensíveis” para comandar uma negociação.

O estudo americano ainda apontou que as mulheres sabem levar melhor os relacionamentos profissionais em ambientes de negócios, onde a competência e a simpatia são importantes para o sucesso.

Em Portugal, apenas sete mulheres exercem o cargo de administradoras executivas de empresas que integram o PSI20*. Um número que representa 5,7 por cento do total dos administradores executivos destas empresas de topo que determinam a vida da bolsa.Ou seja, sete mulheres num universo de 123 administradores executivos, onde há, portanto, 116 homens. 


Dá que pensar...


* O PSI20 é o Portuguese Stock Index, ou seja, o principal índice de referência do mercado de capitais português
site:http://economia.publico.pt/Noticia/mulheres-sao-raras-na-gestao-executiva_1323939

24 de outubro de 2010

Será que estou mais feliz agora?

Já passaram praticamente dois meses desde que decidi que tinha que dar um novo rumo à minha vida e chegou a altura em que pergunto, será que está a valer a pena? será que estou mais feliz?


Bem sem dúvida que está a valer a pena, considero que é um esforço diário que irá ser compensado no futuro. O facto de estar a dar a mim mesma mais valor, também ajudou a dar o devido valor ás pessoas que estão há minha volta, também passei a ser um bocado mais calma e compreensiva e ao mesmo tempo mais decidida.

Hoje não arrependo-me de ter abandonado uma vida que ñ me dava nada sem ser breves momentos de falsa felicidade. 
Peguei-me como um vicio a uma vida que ñ tinha futuro mas que eu acreditava, que ñ conseguia viver sem ela.
Não conseguia ver o brilho das coisas e o propósito da sua existência, o amor perdia cada vez mais o seu significado, os meus valores e convicções iam-se deturpando em função de um alguém.

Portanto, ñ me arrependo de ter abandonado este mau caminho, mas feliz? também ñ estou!

Ainda sinto falta dos bons momentos, aqueles em que inocentemente pensava ser a rapariga mais feliz do Universo. Sinto falta da companhia, das conversas, dos passeios... Ainda o procuro nos meus pensamentos, mas só aí, pois na realidade ñ vale a pena correr atrás de uma pessoa que já ñ existe. Agarrei-me a uma imagem e acreditei durante meses que um dia irias voltar a ser como eras. 


Hoje vejo que perdi o meu tempo e q ainda continuo a perde-lo em pequenas doses, semp que penso em ti. Infelizmente ñ vales o amor e a confiança que depositei em ti, nem a parte da minha vida que perdi. Custa-me dizer isto, talvez nunca o tenha dito de modo tão sentido como hj.

A dor é tanta que nem cabe dentro de mim, foi essa dor que fui camuflando para nunca ter que a sentir e deixei-me ficar em falsas esperanças durante tantos meses, só para ñ enfrentar a realidade.



Não era para escrever isto, mas está na altura de ser sincera comigo mesma, esconder-me por de trás de uma falsa felicidade ñ vale a pena, ser uma criança e ter atitudes impulsivas e tempestuosas também ñ me vai levar a lado nenhum, insistir em camuflar os meus sentimentos e dizer que já passou é absurdo. 
Apenas posso afirmar que estou contente e orgulhosa por ter tido a coragem de dar o salto, de tentar mudar e de estar a fazer o máximo para voltar a acreditar nas pessoas e principalmente em mim. Não estou feliz, mas estou serena e contente pela vida que estou a levar, há altos e baixos, mas é isso que faz de mim um Ser Humano emocional e racional.

10 de outubro de 2010

Viagem


Não pensei em escrever nos próximos tempos. Quero desligar-me um bocado do computador, se há tantas coisas boas para fazer e conhecer, porquê fazer da minha vida algo virtual?



Tenho pensado em algumas questões:

- Como estar na vida sem muita ansiedade. “Será que realmente tenho que fazer isto? não posso adiar de modo a sentir menos pressão?”

- O que fazer para sentir-me bem sozinha, quais são os objectivos que quero atingir, o que procuro?


Bem há uma semana comecei a fazer este exercício, comecei a questionar-me dos tantos “tenho que” que aparecem na minha vida, será que realmente “tenho que fazer isto ou aquilo” será que ñ há coisas que podem esperar, será que ás vezes ñ posso reflectir mais antes de agir?

Este exercício tem ajudado a diminuir a minha ansiedade,pois por vezes vivo numa correria que é completamente desnecessária, numa pressão “do tenho que fazer isto e aquilo”, como se ñ existisse um amanhã.

Ás vezes não basta dizer, vou começar a ser mais calma, vou fazer mais yôga, mas sim começar a pensar num modo de atingir essa calma e de diminuir a ansiedade.



Esta conversa leva à segunda questão, aos objectivos pessoais que quero atingir, pois todo este trabalho de diminuir a ansiedade, de tornar-me uma pessoa mais calma e organizada sem ter que sentir uma enorme pressão em cima e diminuir a carga de culpa que ponho em mim, quando ñ faço determinadas coisas ou ñ atinjo certos objectivos é algo que quero realmente mudar.

Sei que há mt trabalho pela frente, mas também tenho muito tempo para realizar este crescimento e auto-conhecimento. Também sei que por vezes posso sentir-me desiludida quando as coisas ñ correm exactamente como quero, mas isso faz parte do ser humano, pois “errar é humano” ñ é? 

Sem contar que ainda tenho um bocado daquela impulsividade dos jovens e por vezes posso cometer erros sem pensar mt, mas é mesmo isso que quero vir a evitar, quero conseguir pensar melhor antes de agir e ser mais sensata nas minhas acções.



O facto de ter escolhido estar sozinha por uns tempos é porq tudo isto é mt pessoal e é algo que sinto que tenho que resolver primeiro e depois sim, começar a construir uma relação mais saudável, mais segura, onde sei bem quem sou e o que quero.

É uma opção de facto, mas acho que é a acertada, tenho que ser capaz de estar bem sozinha e ñ esperar ter semp alguém para resolver as coisas por mim. Tenho muitos amigos, por isso também ñ estarei completamente sozinha.



Estou tão ansiosa pela minha viagem, seis meses na Dinamarca, farão diferença na minha vida. Ainda ñ tenho a certeza se ficarei lá colocada, mas com alguma sorte é mesmo para lá que vou. =)
Uma viagem é tudo o que preciso, aprender coisas novas, novos estilos de vida, conhecer novas pessoas, obter novas experiências, ter que “desenvensilhar-me” sozinha é tudo o que preciso agora, para crescer e para aprender a viver no Mundo.

5 de outubro de 2010

Um caminho a percorrer


Viajar...era o que mais desejava poder fazer neste momento.

O peso das lembranças é grande, admito que ainda sinto algo, sinto falta dos momentos, sinto falta da companhia, mas também sinto falta da pureza e ingenuidade das coisas, sinto falta da sinceridade do respeito e acima de tudo sinto falta de mim.



Por isso, começo agora uma viagem há muito preparada, uma viagem interior, uma viagem só minha.

Não tenho a necessidade de ter alguém na minha vida neste momento, sinto que apenas estando sozinha, poderei realizar este crescimento interno a que me proponho.


Durante meses fui à busca de uma mudança e quando simplesmente desisti de o fazer essa mudança apareceu na minha vida, peço desculpa a quem mereça essa desculpa, a minha intenção não era má, apenas sincera.



Parto para a minha viagem, sem culpas, sem arrependimentos, sem mágoas ou sede de vingança.

Parto para a minha viagem apenas com dois sacos, um com as boas lembranças, esperança, fieis amigos e família e aprendizagens adquiridas durante anos e outro vazio, à espera de ser preenchido com novas visões, experiências, conhecimento e amor.

Parto para a minha viagem com expectativas mas sem ansiedade, sem pressa, chegue onde chegar, o que interessa é que parti.



Hoje dei mais um passo, no qual recuperei parte da minha alegria e ingenuidade.
Hoje sinto-me equilibrada, porque sinto bem comigo mesma e de coração aberto outra vez.

29 de setembro de 2010

Uma bela manhã

Hoje de manhã , enquanto fazia o meu percurso para o cais do Sodré de comboio, contemplei a paisagem da linha de Cascais. O mar estava tão calmo, o céu tinha uns tons quentes, o sol a espreitava entre as casas e as gaivotas pairavam sobre o mar num voo contínuo e suave.

Fui invadida por um sentimento de conforto e relaxamento.
De repente o Mundo fazia-me sentido, então pensei, os momentos existem para serem aproveitados e se a vida é feita de momentos, então a vida é para ser aproveitada!
Surgiu uma certa ansiedade, talvez por pensar que a vida é tão curta e nós complicamos tanto as coisas, impedimos a nós mesmos muitas das vezes, de usufruir dos bons momentos, outras vezes somos impedidos por terceiros, a verdade é que vivemos mtas vezes metade daquilo que podíamos viver... Para mim agora, viver é estar com os amigos e família, sair, passear, conhecer pessoas novas, lugares novos, línguas novas, ter novos conhecimentos e partilhar bons momentos com as pessoas que realmente gostam de mim e respeitam-me, partilhar experiencias com os outros e também viver outras Sozinha, encarar o mundo como algo a descobrir e explorar até ñ poder mais, pois na realidade, os dias passam e não voltam e se calhar é melhor continuar a aproveita-los do melhor modo possível. =)

15 de setembro de 2010

Suficiente é suficiente

“Aquele que pensa que é suficiente terá sempre o suficiente” Lao Tseu

A sobriedade é uma maneira de viver inteligente, simples mas também elegante e resume-se nesta palavra mágica “suficiente”.
Com uma definição pessoal do que representa o suficiente, ficamos felizes. Suficiente para viver, suficiente para comer, suficiente para estar contente… É fácil constatar que nunca se tem o suficiente, quando se tenta satisfazer todas as necessidades.
Viver entre a serenidade e a intensidade, é o essencial.
Quando desligamos das coisas, conseguimos desligar-nos das pessoas e dos maus princípios. E isso torna-nos mais adaptáveis às coisas exteriores, aceitando e recebendo tudo com alegria.
É quando tudo foi abandonado e rejeitado do interior, que deixa de haver ligações e assim, cada acção pode então ser ditada pelas circunstâncias.

O ideal seria ñ ligarmo-nos a nada e não sermos dependentes de ninguém. O que temos a perder não interessa tanto como o que temos a ganhar. Podemos atingir o nosso objectivo trabalhando sobre o essencial, o belo e o que nos dá prazer.

9 de setembro de 2010

Dependência emocional

“A dependência emocional é um tipo de patologia emocional e de relacionamentos, recentemente descrita por estudiosos do comportamento humano nos EUA. È uma experiência comportamental patológica alteradora o estado de humor.”

Todos nós, seres humanos, precisamos de criar e desenvolver vários tipos de elos/ligações com os outros. Precisamos de relações amorosas, criar vínculos, laços e de pertença. Contudo, surge um serio problema quando esses vínculos e laços se tornam padrões disfuncionais repetitivos de insatisfação, insegurança, infelicidade e rejeição, de vergonha e culpa, baixa auto estima, isolamento, raiva e ressentimento e dependência.
Isto significa que o amor levado a um extremo poderá conduzir ao sofrimento e desgoverno a que podemos designar de dependência emocional – “o amor é cego”. Por vezes, abusamos da palavra/conceito amor. A nossa cultura/sociedade reforça a crença disfuncional de que devemos procurar a felicidade “mágica” no amor-paixão. Somos constantemente bombardeados, através dos media, por promessas de uma relação apaixonada que nos trará satisfação e realização. Para onde quer que olhemos assistimos a telenovelas, programas de televisão, revistas, romances, anúncios que apelam às nossas emoções (à imaginação, ao sonho, á sedução e sensualidade) e às relações perfeitas e fáceis.
Quase que dependemos dos relacionamentos de “sucesso” para conseguimos um propósito e sentido na vida.

O amor apaixonado é aquilo que alguém sente geralmente por um parceiro/a impossível. De facto, é exactamente por ser impossível que existe tanta paixão. Para que exista a paixão, tem de se verificar uma luta continua, têm de existir obstáculos a ultrapassar e um desejo de obter mais do que é oferecido. Literalmente, paixão significa sofrimento, e frequentemente, quanto maior é o sofrimento maior é a paixão. A prioridade e a razão da felicidade gira em torno da conquista, da sedução, do romance, do flirt, do sexo. A intensidade emocional de um caso de amor apaixonado não é comparável ao conforto mais subtil, de uma relacionamento estável e empenhado. Assim se o parceiro/a, finalmente, recebesse por parte do alvo da sua paixão que tão ardentemente desejava, o sofrimento terminaria e a paixão em breve se esfumaria. Nessa altura, provavelmente iria deixar de gostar dessa pessoa, porque a magoa doce-amarga teria desaparecido.

A nossa tradição ocidental de amar e de ser amado é na minha perspectiva um conceito ultrapassado e disfuncional que promove a dependência emocional. Vivemos para a posse das coisas (materiais) e de poder sobre os outros.

5 de setembro de 2010

Cepticismo

Que razões têm os cépticos para duvidar?

A primeira diz respeito aos diferentes modos como os seres vivos consideram o prazer e a dor, o bem e o mal (...).
A segunda diz respeito ás formas da natureza humana e à diversidade de temperamentos. Um encontra o seu prazer na medicina, outro na agricultura, um terceiro na engenharia. O que aborrece uns serve aos outros. Assim é preciso duvidar.
A terceira espécie diz respeito à diferença de sensações. A maçã é verde para a vista, doce para o gosto, mas com um perfume muito vivo para o olfacto. A mesma coisa é vista de maneira diferente segundo o espelho q é olhada. Resulta daí que ela ñ tem mais uma forma do que outra.
A quarta espécie diz respeito à perpetua mudança das afecções, de que são exemplos: a saúde, a doença, a alegria, a tristeza, a juventude, a velhice, a coragem, o medo...As coisas parecem-nos, cm efeito, diferentes, consoante a disposição em que estamos no momento em que as percebemos.
A quinta respeita ás instituições, ás leis, tratados e dogmas... Porque o q parece justo para uns parece indecoroso para outros... Nem todos os povos crêem nos mesmos deuses. Uns acreditam na providência, outros não. Os egípcios embalsamavam os seus mortos, os romanos queimavam-nos e outros lançavam-nos ao rio. Assim, é preciso duvidar da verdade.

21 de agosto de 2010

Força

É magnífico o poder da força interior.
Quando as pessoas acreditam nelas próprias e sentem-se capazes de definir objectivos a atingir na vida, sentem-se com uma força incrível. Nada as desvia da sua meta, nem que meio mundo diga o contrário ou tentem manipular os seus sentidos, é espantoso, quem consegue ter esta capacidade.
Acredito que exista quem nasça com esta força, com este sentido de segurança em si e com uma auto-estima equilibrada, mas o mais comum é existirem pessoas que ao longo da sua vida, foram desenvolvendo esta capacidade.
Possivelmente maior parte das pessoas adquirirem esta capacidade através dos erros cometidos ao longo da vida, dos trambolhões em diversas situações ou das novas experiencias e situações que lhes são expostas.
Juntando uma boa dose de positivismo, todos nós podemos desenvolver esta capacidade. O primeiro passo, será por exemplo, de um erro extrair o seu lado bom (lá está a boa dose d positivismo). Por mais profunda que seja a ferida deixada pelo erro, há sempre mas sempre, um lado bom, uma experiencia adquirida ou um ensinamento, que nos faz desenvolver a capacidade de superar, de arranjar força, de ir buscar em nós o amor-próprio e a segurança necessária para ultrapassar.
Considero o Ser humano algo moldável, por isso, somos aquilo que fazemos de nós, se queremos ser diferentes ou se simplesmente queremos evoluir e amadurecer saudavelmente, então temos que trabalhar para isso, temos que ser fortes e principalmente temos que saber o que queremos.

4 de julho de 2010

Fragmentos mutáveis

Surpreendo-me a cada dia que passa, julguei ser um género d pessoa, e vim a descobrir q afinal, até o nosso Ser pode ser subjectivo, alterável e completamente instável.

Todos os dias nós absorvemos informação, aprendemos com os erros, conhecemos novas pessoas, experimentamos novas sensações e obtemos diferentes sentimentos.
Somos portanto um Ser mutável a cada hora q passa.
Resumimos toda esta mudança ao dizer q adquirimos “experiencia de vida”, mas será q existe algo q perdure, mediante todas estas alterações?

Alguns diriam q são os valores q perduram, outros que é o carácter, alguns insistem na personalidade e outros apenas afirmam q são as convicções.

Pois bem, para mim tudo é alterável, temos características próprias, é certo, as quais podemos chamar d personalidade, mas para mim até algumas dessas características podem ser alteradas mediante aquilo q experimentamos ou passamos na vida.
Os valores e a capacidade d analise sobre a justiça, também podem ser alterados. Sou capaz d dizer q d todos estes aspectos, aquele q se calhar é mais difícil d mudar são os valores, por serem algo q nos é imposto desde nascença e por ser algo q nos possibilita viver em sociedade. Mas a capacidade d dizermos s algo é justo ou ñ, já será mt mais complexo e completamente subjectivo. Não podemos rotular o nosso carácter como justo, porque ao estarmos a ser justos num lado, se calhar estamos a ser injustos no outro.

Concluo então que tudo muda, nós mudamos a cada hora, crescemos a cada hora, vivemos a cada hora, aprendemos a cada hora, por isso, o que sou hoje, posso ñ o ser amanhã...
Eu ñ sei o como sou, mas sei q sou aquilo q os meus actos indicam.